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CONHEÇA O SISTEMA LIGHT STEEL FRAMING

Quando se trata de inteligência em obra, não há como negar que o Light Steel Framing (LSF) é a escolha certa para obter uma edificação sustentável, racional, confortável e leve. Mas o que realmente queremos dizer com inteligência em obra? Aqui vão alguns pontos:

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SEU DINHEIRO VALE MAIS NO LIGHT STEEL FRAMING
O Light Steel Framing é composto por materiais industrializados, o que permite precisão orçamentária, executiva e padronização dos materiais. Uma construção convencional tem em média 25% de descarte. Isso significa que ¼ do que foi investido na obra foi parar literalmente no lixo. Já o LSF fica na casa dos 5% a 2% de desperdício. Devido à industrialização e o constante desenvolvimento do sistema LSF, essas taxas tendem a diminuir cada vez mais.

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SUSTENTABILIDADE, ECONOMIA E QUALIDADE DE VIDA
Por ser uma estrutura leve, sua fundação é rasa e necessita de menos concreto, aproximadamente 1/3 do que seria utilizado em uma estrutura de alvenaria. A grande vantagem é que podemos usar esse valor economizado em melhores acabamentos, etc.

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O uso de água em uma construção LSF é praticamente zero, usado apenas na fundação. O sistema utiliza 90% menos água que uma construção convencional. A base do sistema é o aço, que é 100% reciclável.

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O sistema tem desempenho térmico e acústico superior. A troca térmica entre ambiente externo e interno é muito baixa, proporcionando maior qualidade de vida.

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RAPIDEZ, PRATICIDADE E DURABILIDADE É O FOCO
A execução da obra é rápida. O sistema foi pensado a evitar o famoso “faz / desfaz” que acontece nas obras de alvenaria, onde você faz a parede e depois quebra para colocar instalações. O LSF é um processo construtivo linear, onde as etapas da obra andam juntas.

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Alta resistência e durabilidade são um dos pontos mais importantes. Os materiais industrializados possibilitam que o sistema dure tanto quanto, ou mais que uma obra em alvenaria. Além disso, os materiais são leves, de grandes dimensões e seguindo uma modularidade, o que permite uma maior produtividade.

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O revestimento em placas torna a manutenção simples pois não é necessário quebrar nada. Quando há, por exemplo, algum problema de vazamento na parte hidráulica em uma parede, apenas corta-se as placas de revestimento da região necessária, faz a manutenção, e depois fecha utilizando os próprios recortes de placas, sem fazer bagunça e sujeira.

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NORMATIZAÇÃO DO SISTEMA
NBR 14762:2010
Dimensionamento de estruturas de aço constituídas por perfis formados a frio – Procedimento

NBR 6355:2012
Perfis estruturais de aço formados a frio – Padronização

NBR 15253:2014 (Em desenvolvimento)
Perfis de aço formados a frio, com revestimento metálico, para painéis estruturais reticulados de edificações

Diretriz SiNAT n°003
Diretriz para avaliação técnica de sistemas construtivos estruturados em perfis leves de aço zincado conformados a frio, com fechamento em chapas delgadas (Sistemas leves tipo “Light Steel Framing”)

FUNDAÇÃO

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Radier é uma fundação do tipo rasa que se assemelha a uma grande sapata de concreto armado, onde é submetida a esforços axiais decorrentes do carregamento da estrutura. Essas cargas da edificação são depositadas de maneira distribuída e na maioria dos casos é utilizado quando não há grandes variações de níveis no terreno (topografia favorável) ou quando a área das sapatas ocuparem cerca de 70 % da construção. Suas vantagens são baixo custo e rapidez na execução, comparado aos demais tipos de fundação.

Vantagens

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Custo: comparado a outros sistemas, a economia chega até 30%;

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Rapidez na execução;

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Redução na mão de obra;

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Não há necessidade de escavação, baldrame e contrapiso.

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Ideal para utilização de sistemas construtivos como LSF

11 PASSOS PARA CONSTRUÇÃO DO RADIER

1º Passo: Fazer a limpeza do terreno e como base no projeto de alocação montar os gabaritos;

2º Passo: Se necessário, realizar cortes e aterros para atender os níveis especificados no projeto arquitetônico;

3º Passo:  Fazer a compactação do solo, principalmente nas áreas onde foi feito a movimentação. Lembrando-se de conferir o nível do solo após a compactação;

4º Passo: Fazer a montagem da caixaria de delimitação e entre a variação das cotas, lembrando sempre de fazer a conferência do esquadro da obra;

5º Passo: Fazer a passagem das infraestruturas, assim como elétrica e hidráulica;

6º Passo: Fazer o nivelamento das formas e, se necessário, utilizar calços para nivelar. Para conferir, use o nível laser;

7º Passo: Para impermeabilização fazer a instalação da lona de boa qualidade, recomenda-se trabalhar com camada dupla para maior estanqueidade;

8º Passo: Lançar em toda a área do radier um lastro de brita com 7 cm. Nas tubulações de hidráulica, ao invés de brita, primeiro utilizar argamassa e, somente depois, colocar brita com terra nas tubulações;

9º Passo:  Fazer a alocação das armaduras e malhas como especificadas pelo projeto estrutural;

10º Passo: Antes da concretagem, vedar e fixar as tubulações hidráulicas e elétricas;

11º Passo: Lançar ou bombear o concreto de forma cautelosa para que não haja rompimento das caixarias. Espalhar, nivelar e vibrar o concreto para que preencha todos os vazios;

12º Passo: Aguardar o concreto atingir a resistência mínima estabelecida em projeto, após isso fazer a desforma.

ESTRUTURA

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PROJETO DETALHADO É PRIMORDIAL

Para execução do LSF é obrigatório um projeto detalhado com as especificações de modulação, perfis, dimensões de corte, etc. O projeto é um dos pontos cruciais para a execução de uma boa obra.

 

AÇO GALVANIZADO

bobinas na industria

O Light Steel Framing nasce nas bobinas de aço, que passam por um processo chamado de Galvanização, no qual recebe um banho de Zinco (Zincagem). Essa galvanização varia de acordo com a região que o aço será utilizado. O comum é 275g/m², porém, próximo de orlas marítimas a galvanização é maior (2000m da orla), necessitando de 350g/m².

O aço utilizado na maioria dos casos é o ZAR 230 Mpa ou 280 Mpa.

 

A ESTRUTURA

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O sistema LSF trabalha com carregamento distribuído, diferentemente da alvenaria, onde as cargas são distribuídas pontualmente em pilares e viga. As paredes, chamadas de painéis estruturais, recebem as cargas de cobertura e lajes para distribuí-la à fundação.

O conjunto da estrutura metálica e fechamento em OSB constituem um diafragma que permitirá a resistência a intempéries, cargas verticais, ventos e sismos.  

Os perfis de aço são fixados diretamente no radier, porém, devido a alcalinidade do concreto, é necessário proteger o perfil com banda acústica (mais utilizado) ou flashing. O contato direto do aço com o concreto corrói o aço, danificando a estrutura.

Para a fixação da estrutura são necessários chumbadores a cada 1,20m do tipo parabolt e também cantoneiras de ancoragem em todos os cantos.

A composição da estrutura, basicamente se resume à guia (Perfil U) e montantes (perfil U enrijecido). No caso do sistema engenheirado, apenas montantes.

Os montantes são posicionados verticalmente e modulados em 400mm e 600mm. A escolha da modulação depende do cálculo estrutural e das placas de fechamento. Essa modulação permite que entre os montantes seja possível a aplicação de isolantes termoacústicos e instalações hidráulicas e elétricas.

PAREDE

Paredes

A COMPOSIÇÃO DAS PAREDES

Pela ampla gama de fechamentos de parede no sistema LSF, é possível criar inúmeras composições, com lãs de absorção diferentes, placas diferentes, duplicadas, espessura e densidade variadas, para cumprir uma função especifica de acordo com o cliente desejar. Após a definição da composição de cada parede, é possível definir exatamente a espessura de cada uma delas precisamente.

Sendo as paredes executadas com fechamento de um lado e de outro e “vazio” interno, a parede funciona com o que se chama na física de massa/mola/massa, resultando assim em um desempenho térmico e acústico notavelmente superior.

FECHAMENTO EXTERNO

FECHAMENTO INTERNO

LAJE

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ESTRUTURA DA LAJE

A estrutura de laje em uma obra LSF pode seguir dois formatos estruturais, sendo eles:

– Treliçado: Utilizando a mesma tipologia de montantes das paredes (90mm)

– Vigamento: Perfis de maiores dimensões fazendo a função de vigas.

Existem também outras combinações de perfis para formar a laje. O que definirá a forma adotada é o tamanho do vão e quantidade de apoios, e em compatibilização com os demais projetos, poderá também ser definida pelas tubulações que transitarão pelos perfis.

A definição da altura das treliças ou vigas bem como as espessuras das peças vai depender do cálculo estrutural, por isso é necessário frisarmos novamente a importância do projeto em todo o processo de uma obra.

 

MODULAÇÕES

As treliças ou vigas de laje, assim como as paredes, devem seguir uma modulação. A mesma modulação adotada nas paredes será a da laje. As peças devem sobrepor exatamente sobre os montantes da parede cara correta transmissão das cargas.

 

FORMAS DE REVESTIR A LAJE

Existem basicamente duas formas de revestir a estrutura da laje, o que chamamos de laje seca e laje úmida.

LAJE SECA

– Laje Seca: Composta por placas de Mezanino 23mm ou 40mm, ou uma mescla de OSB 18,3 mm com placa cimentícia. Esse tipo de laje é indicado para locais sem desníveis e é ideal para pisos secos (laminados, tábuas, vinílicos). Outra vantagem dessa composição é a leveza e rápida instalação.

laje úmida

– Laje Úmida: Composta por placa de OSB 18,3 mm e um contrapiso armado com concreto tipo “farofa” sobre o mesmo. É preciso aplicar uma lona plástica de dupla camada sobre o OSB antes de aplicar o contrapiso. A armação do mesmo deve ser realizada com malha pop, positiva e negativa. As vantagens desse tipo de laje é a possibilidade de realizar desníveis na própria argamassa, bem como impermeabilizar e assentar revestimentos cerâmicos. Geralmente esse tipo de laje é escolhida também pela sensação de rigidez que apresenta. Quando a laje úmida for adotada é preciso tomar cuidado em respeitar a espessura adotada do contrapiso para não gerar sobrepeso, além da proteção dos perfis de aço do segundo pavimento, para que não entrem em contato com o concreto.

TELHADO

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O telhado em uma edificação em Light Steel Framing segue as mesmas premissas de uma obra em alvenaria, sendo composto por materiais da estrutura e cobertura.

As telhas para cobertura em uma casa de LSF pode ser especificada em telhas cerâmicas, metálicas, de fibrocimento, de concreto ou asfálticas, por exemplo. O sistema é muito versátil, no entanto o ideal é a utilização de telhas leves como as asfálticas (Shingle), o que resulta em estruturas mais leves e, portanto, com maior custo x benefício.

 

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INSTALAÇÕES

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As instalações de uma edificação em Light Steel Framing em nada se diferem das instalações aplicadas em uma construção convencional. De maneira geral, os materiais aplicados em instalações elétricas, hidráulicas, gás, internet, telefonia, aquecimento solar, energia solar, TV, CFTV, não necessitam de especificidades em cada sistema em si para que estes possam constituir uma obra em LSF. As considerações de projeto também são as mesmas que uma construção convencional.

As diferenças entre as instalações em uma construção convencional e em LSF aparecem na execução e em alguns acessórios específicos de fixação das instalações.

ORIENTAÇÕES GERAIS

Para as passagens de tubulação pelo radier e eventuais baldrames, é recomendado que haja precisão no posicionamento de cada elemento, evitando desalinhamento com as paredes. O cuidado nas instalações deve partir da fundação.

A necessidade de quebrar as paredes após prontas, como ocorre na alvenaria convencional ocasiona um grande transtorno, além da quantidade de entulho gerado.

As paredes de LSF não precisam ser quebradas para o encaixe das tubulações como é feito na alvenaria convencional. Também não é necessário pré-fixar as peças nas lajes antes da concretagem, onde nesse processo é possível danificar caixas de passagem e demais acessórios. As instalações transitam nos vazios internos das paredes, lajes e forros do LSF e são fixadas após a montagem da estrutura como um todo, o que facilita as atividades da mão de obra que executa as instalações além de evitar danos em materiais.  

Uma outra grande vantagem do sistema LSF está na visualização das instalações como um todo na obra. Todas as paredes são uma espécie de shaft, o que torna possível observar a interferência entre as instalações, permitindo que isso seja corrigido de forma simples e sem danos. Com as paredes revestidas apenas de um lado e aberta do outro pode-se visualizar todas as instalações e inclusive fazer ajustes nas medidas do projeto (as built) antes de realizar o fechamento da parede, para que o cliente saiba exatamente onde cada instalação está passando.  

Toda a infra de elétrica, internet, telefone, TV e CFTV deve ser feita com eletrodutos e de forma separada. Não se deve misturar os sistemas em um mesmo eletroduto.

TUBULAÇÕES HIDRÁULICAS

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O detalhe encontra-se nas tubulações de água. Devido à pressão, as tubulações podem se movimentar e vibrar dentro das paredes e com isso ocasionar cortes ou furos, por isso os tubos devem ser fixados com braçadeiras em pontos estratégicos e reforços horizontais em seu ponto de saída, e estarem protegidas com protetores de montantes (DryFIX) na passagem pelos furos de serviço. A tubulação de gás e água quente, geralmente feitas com tubos de cobre, também possui uma particularidade na qual devem estar isolados do aço para que não ocorra corrosão, sendo utilizado também o protetor de montantes para este isolamento.

Um ponto importante é a não colocação de tubulações e eletrodutos na parte interna dos montantes estruturais de parede, pois são onde os parafusos do chapeamento irão entrar, podendo danificar as instalações.

FUROS DOS PERFIS ESTRUTURAIS

A furação dos perfis estruturais para passagem de instalações é normalizada pela NBR 15253 que permite que não sejam necessários reforços para as furações, se seguidas conforme o padrão estabelecido pela norma. As furações não devem estar à menos de 300mm da extremidade e não devem ter menos de 600mm entre os furos. O formato dos furos deve ser redondo ou oblongo e não ultrapassar 35mm de diâmetro. Para furações diferentes do padrão é necessário reforçar os perfis com chapas de aço auxiliares.

A manutenção das instalações no sistema LSF também possui uma grande vantagem pois não é necessário quebrar nada. O trabalho é feito cortando as chapas de fechamento na região onde é preciso realizar a manutenção e com a própria chapas cortas é possível reconstituir a área cortada, evitando bagunça e sujeita.

FORROS

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A aplicação de forros nas construções no Smart Framing pode ser feita da mesma forma que no sistema tradicional. É possível aplicar diversos materiais como gesso, madeira, PVC ou outros. Os forros podem ter projetos variados com diferentes níveis, vigas visíveis, forros falsos, inclinados ou planos. O espaçamento da estrutura para sustentação do forro deve seguir a orientação do fabricante.

 

Clique no botão abaixo e veja toda a linha de forros que a Espaço Smart oferece:

ISOLAMENTO

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O Light Steel Framing possibilita o uso de uma gama variada de produtos que têm funções especificas na construção. Podem ser isolantes térmicos, isolantes acústicos e barreiras de umidade, por exemplo. Estas isolações são instaladas durante a obra e proporcionam maior conforto térmico e acústico dentro de um edifício, quando comparado com construções tradicionais.

 

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ESQUADRIA

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PREMISSAS PARA A INSTALAÇÃO DAS ESQUADRIAS

As esquadrias são os elementos que realizam o fechamento de vãos como janelas e portas e devem assegurar 5 condições mínimas: estanqueidade à água, estanqueidade ao ar, resistência ao manuseio, resistência a cargas e desempenho termo acústico.

As tipologias de esquadria encontradas hoje no mercado são alumínio, madeira, ferro e PVC.

No Light Steel Framing existe basicamente duas formas de vedar o aço no entorno das janelas: com membrana hidrófuga e flashing ou com membrana líquida sobre OSB e Fabric 6”. É preciso criar uma barreira física no entorno de todos os vãos para não permitir que a umidade externa seja transmitida para o interno e alcance o gesso acartonado.

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O conjunto das paredes com as esquadrias é um dos pontos cruciais para que a estanqueidade e desempenho acústico e térmico do conjunto tenha a eficácia esperada.

De fato, é possível colocar qualquer tipo de esquadria no sistema Light Steel Framing, com algumas vantagens além da alvenaria, como a precisão do vão e a garantia de esquadro por exemplo, porém, existem algumas particularidades que devemos levar em consideração na hora da escolha da esquadria.

Já vimos que o sistema tem um ótimo isolamento termo acústico, se sobressaindo relevantemente a alvenaria, onde em muitos casos uma parede de LSF equivale a duas e até três paredes de alvenaria, se tratando de desempenho, logo, colocar uma tipologia de esquadria que não condiz com a eficiência das paredes seria como colocar roda de Fusca em Ferrari, não é mesmo?

ESQUADRIAS DE VIDRO TEMPERADO

Basicamente a esquadria de vidro temperado é composta por duas guias de alumínio na parte inferior e superior que permitem a movimentação do vidro, cantoneiras nas laterais, o vidro em si como vedante e em alguns casos uma escova de vedação entre os vidros. Mas porque podemos equipará-la a uma roda de Fusca em Ferrari? Essa tipologia de esquadria possui uma eficiência termo acústica extremamente baixa, quase nula. A única função que a mesma cumpre é a proteção contra chuvas. Se tratando de segurança, esse tipo de esquadria também deixa a desejar. Para um sistema construtivo tão eficiente, deve-se descartar a escolha de uma esquadria de baixa qualidade e pouco desempenho.

ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO

Considerada uma escolha custo benefício interessante. Existem diversas tipologias de esquadria de alumínio que podem variar nas dimensões dos perfis, desenhos de quadro, aceita vidro temperado, comum, laminado, duplo e espessuras de vidro que podem chegar a 40 mm. É recomendado que possuam um recurso para o aumento de desempenho térmico denominado thermal break (barreira térmica de polímero) utilizado nas esquadrias de alumínio.

Uma das grandes vantagens do alumínio é a sua durabilidade. O material é resistente a ferrugem e corrosão, sendo uma boa escolha para áreas litorâneas por exemplo. Além disso, é possível anodizar ou aplicar pintura eletrostática no alumínio aumentando sua vida útil. As esquadrias em alumínio também são leves, tornando a instalação mais fácil e diminuindo a sobre carga na estrutura, é de baixa manutenção.

É importante frisar que escolher uma esquadria de alumínio regulamentada pela NBR 10821 é a melhor opção, pois há garantia de estanqueidade e isolamento acústico mínimo, e, se tratando de isolamento acústico, também é possível preencher os perfis com lãs minerais afim de otimizar o desempenho.

O alumínio é um material 100% reciclável.

ESQUADRIAS DE MADEIRA

A esquadria em madeira também é uma opção interessante a se considerar. Ela oferece a maior gama de personalização dentre as demais e, quando maciça, possui desempenho termo acústico excelente. A escolha da espécie da madeira é um requisito decisivo na qualidade da esquadria.

É um material durável, mas depende de uma manutenção periódica específica e preferencialmente deve estar protegida de umidade e exposição direta ao sol. A madeira é o lugar perfeito para cupins, outro motivo para as manutenções serem de extrema importância.

Uma desvantagem desse tipo de esquadria é a limpeza, pois é um material que não pode receber água.

ESQUADRIAS DE PVC

As esquadrias de PVC formam um casamento perfeito com o LSF quando se fala de leveza, sustentabilidade e desempenho termo acústico. Hoje, as esquadrias de PVC são as melhores nesse quesito, sendo a roda de Ferrari na Ferrari. O PVC possui uma grande versatilidade para cores e acabamentos. A maleabilidade do PVC permite que a indústria tenha liberdade no desenho dos perfis, permitindo criar um design totalmente estanque e com ótima isolação.

Assim como o alumínio, o PVC é um material durável, reciclável e sustentável. Mas é preciso tomar cuidado na escolha PVC pois o mesmo precisa ser de qualidade, caso contrário os perfis amarelam e ressecam com o passar do tempo.

ACABAMENTO

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O sistema de Lighgt Steel Framing é muito versátil. Aceita qualquer tipo de acabamento, tanto externo quanto interno. Por isso o LSF conquista cada vez mais o mercado brasileiro.

Todas as vantagens apresentadas pelo sistema superam as construções em alvenaria, sem deixar de lado a beleza e o design dos mais modernos acabamentos disponíveis no mercado. A Espaço Smart possui fornecedores que são lideres mundiais em seus segmentos, prezamos a qualidade e a modernidade das soluções que apresentamos aos nossos clientes. Confira abaixo, clicando nos botões, toda a linha de acabamentos que fornecemos em nossas lojas:

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